“Minha velha traga meu jantar: sopa, uva, nozes pão.”
Alguém aí da velha guarda se lembra dessa frase?
Eu aprendi essa frase quando tinha uns 6 anos de idade e, desde então, nunca me esqueci dela.
Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpter, Saturno, Urânio, Netuno e Plutão.
Essa frase é um exemplo de um processo mnemônico.
Ela me ajuda a lembrar da ordem dos planetas do sistema solar, do mais próximo, ao mais distante do Sol. Ou melhor, lembrava porque já sei que a lista está desatualizada! Rs.
Vocês podem estar se perguntando “Mne…Mne…mne o que? Isso é português?”
Sim, uma palavra um tanto atípica para a nossa língua!
O termo tem origem no verbo Grego mnasthai, que significa “lembrar-se”.
Mnemósine, deusa grega que personifica a memória, também advém da mesma etimologia.
Mnemônico corresponde a um conjunto de técnicas usadas para facilitar e auxiliar o processo de memorização.
O processo mnemônico tem como base associar um conteúdo mais complexo à algo mais simples. Esquemas, símbolos, gráficos, desenhos, frases, músicas, palavras… tudo é válido! De acordo com estudos, nosso cérebro tem mais facilidade para memorizar dados e informações quando estas estão relacionadas a algo que consideramos importante, ou geram qualquer tipo de vínculo emocional. Então, a ideia é que você vincule a nova informação a algo que você já tenha internalizado e que tenha um real sentido pra você.
Vamos pra outro exemplo: quem aqui conhece o He-man? E a She-ha?
Esses dois personagens dos anos 80 podem ser úteis na hora de aprender que HE em inglês é “ele” (masculino) e “she” é ela (feminino).

Conta pra gente aqui nos comentários se vocês utilizam ou já utilizaram algum processo mnemônico para memorizar alguma informação e qual foi!

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